Árvore do conhecimento !

"Apenas sei o que nada sei "

quinta-feira, junho 30, 2011

Defesa da vida e da liberdade são indissociáveis - Aborto

O direito de "escolha" de um ser humano não pode se sobrepor ao direito à "vida" de outro. Por quanto tempo mais conseguiremos manter nosso compromisso com a liberdade se continuarmos a negar o próprio fundamento da liberdade - a vida - aos seres humanos mais vulneráveis?
Escrevo como um defensor inflexível tanto da livre escolha de mercado quanto do direito natural à vida. É triste que "vida" e "escolha" tenham um dia sido separadas e vistas como alternativas. Este é um falso dilema. Logicamente, uma envolve a outra.
Sou profundamente comprometido com o capitalismo, o "sistema da liberdade natural," como Adam Smith o chamou. O livre-mercado gera uma prosperidade incomparável e tem uma base moral na liberdade e na escolha. No capitalismo, as pessoas exercem seu direito de escolher os produtos e serviços de sua preferência, exercer a profissão e seguir a carreira que desejem, o negócio que queiram abrir ou com o qual queiram trabalhar, os tipos de investimentos e poupanças que preferirem e muitas outras opções. Estas escolhas refletem a esperança dos indivíduos em melhorar suas vidas e desenvolver seu pleno potencial humano. Embora a liberdade de escolha não garanta sozinha a felicidade, ela é essencial para a busca da felicidade.
Como defensor do capitalismo, eu apoio vigorosamente o direito de cada pessoa fazer estas escolhas econômicas e combater os esforços do governo para limitá-las. A liberdade e as escolhas que ela envolve são direitos morais concedidos aos americanos, não pelo governo, mas pelos princípios que fizeram desta uma grande e próspera sociedade. Estes princípios sustentam os direitos naturais iguais de todos os seres humanos viverem, serem livres e buscarem a felicidade, na medida em que o exercício destes direitos não violem os direitos correspondentes dos outros. Os indivíduos crescem em responsabilidade, prudência e inteligência, além de outras qualidades humanas, ao fazerem escolhas que satisfazem suas necessidades únicas e evitarem o que não as satisfazem. O governo ajuda a manter o estado de direito que torna tudo isto possível, mas o papel do governo é muito limitado no que diz respeito a nossas escolhas específicas. Sob nossa Constituição, a função do governo é garantir os direitos humanos universais de seus cidadãos. Em virtude de seu escopo neste contrato social, o governo não pode possuir um poder ilimitado.
Entretanto, para assegurar a manutenção destas garantias, o governo primeiro precisa decidir de quem são os direitos a serem protegidos - ou seja, o que significa o conceito de um ser humano a quem se asseguram direitos naturais. Os direitos de todo ente que se qualifique como "humano" devem ser protegidos.
O carro sobre o qual exerci minha liberdade de escolha de compra não é tal entidade e não "se qualifica" para proteção de direitos humanos. Eu posso dirigi-lo, emprestá-lo, chutá-lo, vendê-lo, ou jogá-lo fora, à vontade. Por outro lado, a viúva que mora ao lado "se qualifica", sim, como pessoa e o governo deve assegurar seus direitos humanos, que não podem ser deixados à mercê da vontade arbitrária de qualquer um.

Direitos e Condição Humana
Entretanto, a identificação de quem se "qualifica" como ser humano tem se mostrado historicamente mais difícil do que os exemplos acima podem sugerir. Por duas vezes no passado, a Suprema Corte dos Estados Unidos - incumbida de ser a guardiã dos direitos - falhou tão crassamente na tomada desta decisão crucial que ela "desqualificou" toda uma categoria de seres humanos, com resultados profundamente trágicos.
A primeira vez foi no caso Dred Scott vs. Sandford, em 1857. A Corte decidiu, de forma absurda, que os africanos e seus descendentes americanos, fossem escravos ou livres, não poderiam ser cidadãos com direito a ir aos tribunais fazer valer contratos, nem direitos, nem por qualquer outra razão. Por quê? Porque "entre toda a raça humana," declarou a Corte, "a raça escravizada africana não foi feita para ser incluída (...) [Eles] não tinham quaisquer direitos que o homem branco fosse obrigado a respeitar." Em outras palavras, pessoas de origem africana não "se qualificavam" como seres humanos para fins de proteção de seus direitos naturais. Decidiu-se que, como o homem branco não os reconhecia como tendo tais direitos, eles não os tinham. A consequência era que os africanos eram propriedade - coisas que gente branca podia escolher comprar e vender. Já os brancos, sim, "se qualificavam," logo, o governo protegia seus direitos naturais.
Cada pessoa neste país foi ferida no dia em que este juízo pavoroso foi anunciado pelo tribunal mais alto da nação. Ele escarneceu da idéia americana de que a igualdade e os direitos humanos foram dados por Deus e reconhecidos pelo governo, e não construídos por governos ou grupos étnicos por votação consensual. A decisão abominável levou diretamente a um terrível banho de sangue e abriu uma cisão racial que nunca foi completamente superada.
A segunda vez que a Corte falhou em um caso relativo à definição de "humano" foi no caso Roe vs. Wade, em 1973, quando a Suprema Corte cometeu um erro praticamente idêntico. Em que momento do tempo um ser humano existe?, perguntou o estado do Texas. A Corte se recusou a responder:

"Nós não precisamos resolver a difícil questão sobre quando a vida começa. Se os especialistas nas respectivas disciplinas da medicina, filosofia e teologia são incapazes de chegar a qualquer consenso, o judiciário, a esta altura do desenvolvimento do conhecimento do homem, não está em posição de especular sobre a resposta."

Em outras palavras, a Corte não "qualificaria" crianças não nascidas como pessoas vivas cujos direitos humanos devessem ser garantidos.
Como a Corte julgou que não havia "consenso" sobre quando os fetos se tornam pessoas, ela derrubou as restrições ao aborto em todos os 50 estados que pensavam ter chegado a um "consenso." Só os já nascidos "se qualificavam" para proteção. Além do mais, os já nascidos ganharam o poder de negar, à vontade, os direitos das pessoas ainda no útero. A Corte não disse que, dada a falta de consenso, a matéria deveria ser deixada para os estados. Ela não escolheu errar do lado da cautela, já que vidas humanas poderiam estar em jogo. Nem escolheu não arbitrar sobre a matéria. Estas opções teriam sido vias racionais à luz do agnosticismo professado pela Corte. Ao invés disto, a Corte se utilizou da falta de consenso para justificar a proibição aos estados protegerem a vida dos não-nascidos.
Como a decisão do caso Dred Scott, este juízo feriu a América e não resolveu nada. Ele pôs boas pessoas de todos os lados umas contra as outras, alimentou uma guerra cultural, rachou igrejas, azedou a política e tornou o debate público muito tenso. Uma recente pesquisa Gallup mostrou que 51 por cento dos americanos se consideram pró-vida, 42 por cento são pró-escolha e 7 por cento não têm certeza.*
O presidente Obama não fez nada para reduzir esta divergência. Durante sua campanha, ano passado, ele foi perguntado sobre quando um "bebê" tem "direitos humanos." Ele respondeu praticamente repetindo a resposta confusa da Suprema Corte: "[Se] você olhar a questão de uma perspectiva teológica ou de uma perspectiva científica, responder esta pergunta com especificidade, você sabe, está além das minhas capacidades." Só Deus, ele deu a entender, sabe se os bebês são seres humanos!
Agora, depois de a América ter vencido as duras batalhas contra os direitos humanos desiguais, na forma de totalitarismo no exterior e segregação dentro do país, eu não posso acreditar que alguma autoridade ou cidadão ainda seja capaz de defender a idéia de que um ser humano não-nascido não tenha nenhum direito que uma pessoa mais velha seja obrigada a respeitar. Mas eu sei que não podemos continuar a fingir eternamente um agnosticismo em relação a quem é humano. Como escreveu Thomas Jefferson, "O Deus que nos deu a vida nos deu a liberdade ao mesmo tempo." A liberdade de escolher não tem utilidade para alguém que não tem a liberdade de viver.
Logo, o direito de "escolha" de um ser humano não pode se sobrepor ao direito à "vida" de outro. Por quanto tempo mais conseguiremos manter nosso compromisso com a liberdade se continuarmos a negar o próprio fundamento da liberdade - a vida - aos seres humanos mais vulneráveis?
No fundo, os esquerdistas "pró-escolha" de hoje são profundamente pessimistas. Eles denigrem a vida e propõe o medo do presente e do futuro - medo de escolhas demais e crianças demais. Ao invés de ver as crianças e os seres humanos como uma dádiva, a postura "pró-escolha" implica em que eles são um peso. Apesar do rótulo de "pró-escolha", a postura dos esquerdistas sobre este assunto na realidade diminui as escolhas, rebaixa os objetivos e nos leva a viver com menos. Isto inclui a redução do número de seres humanos que podem fazer escolhas.
Já os conservadores pró-vida, por outro lado, são naturalmente otimistas. Tudo considerado, nós vemos os seres humanos como bens, não fardos. Espera-se de todos os conservadores que concordem que o governo deve defender o direito de cada pessoa tomar decisões em relação a sua vida e que o direito de cada pessoa viver deve ser assegurado antes que ela possa exercer este direito de escolha. No estado natural - a "lei da selva" - a decisão de quem é reconhecido como ser humano é deixada para indivíduos particulares ou grupos determinados. Em uma comunidade organizada com justiça, entretanto, o governo existe para assegurar o direito a vida e os outros direitos humanos que decorrem deste direito original.
Os conservadores podem construir pontes entre os temas da vida e da escolha, assentando-as sobre a rocha sólida dos direitos naturais, que pertencem, não a alguns, apenas, mas a todos os seres humanos.



* Lydia Saadr, "More Americans 'Pro-Life' Than 'Pro-Choice' for First Time," Gallup, Inc., May 15, 2009 

sábado, junho 25, 2011

Educação Infantil

Educação Infantil onde estamos errando com nossos jovens ? 



"As mudanças estão cada vez mais drásticas na educação infantil não só em nosso pais mais em nível mundial, e isso a cada dia que passa se torna cada vez mais alarmante.isso nos leva a um pergunta que não quer se calar é nossos jovens são o nosso futuro ? Enato que futuro nos espera?"


Hoje em nosso pais o nosso governo esta interferindo até na educação de nossos filhos e filhas, concordo que algumas leis sai fundamentais para a proteção de nossas crianças assim como e o Estatuto da da criança e adolescente, mais uma lei que esta em vigor a menos de um ano meu chama muito a atenção - A lei que o pais não podem mais dar palmas como forma de correção algumas mas posturas, antes que me critiquem dar umas palmadas não quer dizer agredir  física mente um criança causando machucados e escoriações.Sou totalmente contra a maltrato a crianças mais  umas palmadas de vez em quando como forma de corrigir algumas ações de errada sou totalmente a favor.


Nos tempos antigos na época de nossos pais e avôs até antes onde os tempos eram mais severos me corrigiam se estiver errado, mais nossas crianças eram mas  respeitadoras começavam a trabalhar mais cedo criavam um senso de responsabilidade e era se criado um caráter mais forte onde se presava as boas maneiras e os bons costumes, mais hoje em dia as únicas coisa que ouvimos falar e em uma sociedade, onde os jovens desrespeitam  os   pais onde as nossas crianças sofrem um processo erotização mais cedo, na grande maioria incentivada pela televisão.E o processo de formação de caráter desses jovens cada vez mais falho, e com crianças desse tipo que futuro nos aguarda ? deixo essa pergunta a cada um de vocês. 





boa noite e um bom final de semana a todos 

segunda-feira, junho 20, 2011

Passando pra dizer que o blog esta de cara nova !

boa noite espero que gostem do novo visual do blog, não e um explendor grafico mais o maximo que consigo fazer com meu pouco conhecimento.






grato a todos por favor deiem um comentario dizendo que acharam do novo visual do blog 

quarta-feira, junho 15, 2011

Imigrantes

Imigrantes

Um fato que passa despercebida por muitos, já que somos um pais com povos e culturas tão distintas umas das outras, Não temos uma classificação exata somos mestiços misturas de religiões e costumes. Nosso povo e tão alegre e hospitaleiro com aqueles que vêm de fora e tão maltratado quando vamos pra outros pais.
Nos estados unidos pra se conseguir um visto de permanência e extremante rigoroso, se a pessoa  esta ilegal no pais você e deportado e assim que chega a seu pais acaba sendo preso. Países europeus como Espanha e Inglaterra já deportaram nossos compatriotas por muito menos por mero preconceito.

Agora vem a questão principal será que não esta na hora de darmos um basta nessa imagem que passamos de povo bobinho, e hospitaleiro aonde os estrangeiros vem praça apronta todas e saem impunes contra –lar melhor a entrada e saída de estrangeiros, já que hoje em dia coisa mais fácil do mundo e um estrangeiro entra no pais e ficar por anos ate mesmo uma vida toda Aquino Brasil sem ser incomodado. Cera que não chegou a hora de mudarmos a nossas leis sobre imigração, proteger melhor nossas fronteiras proteger o que por direito e nosso.Nossa fauna e fora da floresta Amazônica a entrada de imigrantes pelas fronteiras com os pais vizinhos de imigrantes ilegais, o Brasil tem o potencial pra ser uma grande potencia mundial isso não e duvida só precisa começar a pensar como uma,

quarta-feira, junho 08, 2011

Atitude - Questão ecológica sacolas plásticas !

As sacolas de plástico devem ser substituídas?

Elas levam 300 anos para se decompor, mas há divergências sobre como lidar com isso.


Quando surgiram, no fim da década de 1950, as sacolas de plástico eram motivo de orgulho das redes de supermercados e símbolo de status entre as donas-de-casa.
Em meio século, passaram de símbolo da modernidade a vilãs do meio ambiente. Celebridades como a atriz Keira Knightley e Ivanka Trump desfilam hoje com sacolas de pano que trazem a inscrição "I'm not a plastic bag"(Eu não sou uma sacola de plástico),como a da foto abaixo.
Fábio Mangabeira{txtalt}
"Eu não sou uma sacola de plástico", diz a sacola de pano que é moda em Nova York
O motivo: o plástico polui - e muito. As sacolas são incapazes de se decompor em curto prazo. Trata-se, portanto, de uma decisão lógica: aboli-las dos supermercados. Parece evidente, mas não é tão simples. Existem divergências ambientais, culturais e políticas sobre como eliminar esse problema. Conheça os argumentos de cada lado.

ACHAM QUE SIM

As sacolas de plástico demoram pelo menos 300 anos para sumir no meio ambiente. Em todo o mundo são produzidos 500 bilhões de unidades a cada ano, o equivalente a 1,4 bilhão por dia ou a 1 milhão por minuto. No Brasil, 1 bilhão de sacolas são distribuídas nos supermercados mensalmente - o que dá 66 sacolas por brasileiro ao mês.
No total, são 210 mil toneladas de plástico filme, a matéria-prima das sacolas, ou 10% de todo o detrito do país. Não há dúvida: é muito lixo. Algumas alternativas estão sendo adotadas. Uma delas, muito popular na Europa e nos Estados Unidos, é o uso de sacolas de pano ou sacos e caixas de papel. Em Nova York, as que levam a inscrição "Eu não sou uma sacola de plástico" viraram febre.

"O ideal seria a troca, pura e simples, do material plástico por pano ou papel. Mas ao menos um composto oxibiodegradável poderia acelerar a decomposição de bilhões de toneladas que ficam no ambiente à espera da degradação", escreve Almeida em artigo na Folha de São Paulo.No Brasil, a principal alternativa são as sacolas de plástico oxibiodegradáveis. Elas vêm com um aditivo químico que acelera a decomposição em contato com a terra, a luz ou a água. O prazo de degradação é até 100 vezes menor - ou seja, uma sacola leva apenas três anos para desaparecer. O governo do Paraná distribui gratuitamente essas sacolas.

ACHAM QUE NÃO
A indústria do plástico publicou um informe nos jornais brasileiros onde diz 
o texto: "O plástico faz parte da vida contemporânea, é 100% reciclável e está em milhares de produtos.Sem ele, não haveria computadores, seringas descartáveis, bolsas de soro e de sangue para salvar vidas. O plástico tornou os automóveis mais leves, reduzindo a emissão de CO2, causador do efeito estufa. As sacolas plásticas são reutilizáveis, práticas, higiênicas e têm múltiplos usos. São particularmente importantes para 80% dos consumidores que fazem compras a pé ou de ônibus".
Pode-se dizer tudo dos sacos de plástico - menos que eles não sejam práticos. "Nunca imaginei que, depois de adulta, voltaria a jogar Escravos de Jó (brincadeira em que crianças passam objetos entre si) com freqüência", diz a repórter Cristina Amorim, de O Estado de S. Paulo. Ela descreve a dificuldade em acondicionar os produtos em sacolas de pano. As bananas não podem ficar sobre os tomates, e por aí vai. Com a mudança, diz, há outro problema: vão faltar sacos para descartar o lixo doméstico.

Agora gostaria de saber as opiniões de vocês que acham que pode ser feito para irmos mudando esse quadro de poluição, não só a nível nacional mais sim Mundial, por ser um problema que assombram a todos.

Obs : desculpas a todos por estar tão ausente mais andavam muito corrido, o tempo que me rstava eu dormia XD. Grato a todos